Madre mia!

Primeiramente, gostaria de agradecer a todos que visitaram/visitam o Inside Altside [principalmente aos que regularmente visitam, hehe] porque o blog já está batendo a marca dos 1000 hits em 3 semanas de existência. Não sei se isso é bom, muito bom, ou excelente em relação a outros blogs parecidos com o meu [há algum doido que escreveria coisa parecida com a minha? Isso ia virar post, mas deu preguiça.], porém o que importa é que para mim é uma quantidade enorme e que eu não pensava que ia alcançar nem tão cedo. Lembrando que há a comunidade no orkut também.

Esse post é especialmente dedicado para as mães e futuras-mães que por ventura vierem a ler o que eu estou escrevendo, já que amanhã é o dia delas. Não que só mereçam esse dia, mas acharam melhor um só momento em que culminasse toda nossa admiração por nossas mães e até pelas mães dos outros [excluindo o sentido maldoso a la mãe do Stifler, não é, Finch?].

Na parte biológica da conversa, a mãe é a personagem principal. Sem ela, não nasceria o filho nem a pau [ambiguamente falando].  É ela que posteriormente vai amamentar, vai cuidar e se dedicar quase-que integralmente ao filho. E isso não acaba quando o tempo passa. As mães tendem sempre a acompanhar a vida de seus filhos, estão sempre tentando participar ativamente de suas vidas,  discutir todos os problemas e educar [não que os pais não o façam,  mas as mães tem uma presença muito forte dentro do lar, já que o que rege na sociedade é o fato de que os pais acabam trabalhando mais do que as mães -embora isso esteja mudando- e que elas descontam isso em casa, cuidando dos filhos e do lar].

É difícil sair generalizando sobre vários aspectos relativos à mãe alheia, já que todas tem suas peculiaridades e se eu disser algo sobre uma, pode ser o oposto em relação a outra. Mas há aspectos que são inerentes a qualquer mãe. Uma mulher que passa 9 meses [em média] com um filho na barriga, que aguenta todos os sintomas que vem com a gravidez, que batalha pra poder dar tudo do bom e do melhor para seu vindouro filho, é, sem sombra de dúvidas, uma guerreira e merece ter todo seu esforço reconhecido e, logicamente, recompensado [daí a justificativa de terem a licença-maternidade e a necessidade dela ser ampliada]. As que não conseguiram conceber os seus filhos não podem ser excluídas [apenas as que não quiseram , essas sim não merecem elogio algum -apesar da máxima de que cada caso é um caso-], já que elas passaram por todo um processo, mesmo que não tenham conseguido dar luz à criança. Essas, espero eu, um dia conseguirão o seu objetivo e, se incapacitadas fisicamente, ainda podem adotar um filho, pois mesmo que pese o fato de não ser biológico, o laço de comprometimento e amor com o bebê/nem-tão-bebê-assim é o mesmo [imagino que minha tia Lela concorde com isso, já que minha prima Clarinha é a prima mais amada da família -embora ela seja a única prima -].

Isso leva ao segundo ponto: o amor de uma mãe é incondicional [tirando as malditas que abandonaram seus filhos seja lá por que razão]. Por maior que seja a besteira que você faz, sempre será perdoado pela mãe [isso não justifica você querer ser um neonazista].  Esse dom é um dos mais especiais, já que Deus [o católico] que ama a todos ainda tem a cara de pau de mandar raio na cabeça de neguinho, enquanto uma mãe não faria o mesmo.. Elucubrações [anti]religiosas a parte, todos sabemos que um dia ou outro acabamos por brigar com nossas queridas genitoras. Isso pode acontecer por vários motivos, mas o que observamos é que no final tudo se arruma [teoria do Good Times, Bad Times, como diria o Led Zeppelin em um diferente contexto]. Pedimos desculpas, choramos, imploramos, e elas, misericordiosas que são, sempre aceitam. Isso só reforça uma coisa: o amor de uma mãe é incondicional, sempre.

E há muitos aspectos pra continuar enumerando, explicando e justificando. Mas eles são bastante óbvios e é desnecessário ficar delongando sobre eles. Creio que todos nós amamos nossas queridas mães e que elas fazem o mesmo em relação a nós.

Aos que puderem, curtam com suas mães esse dia que é delas. As avós, tias, primas-que-são-mãe, amigas-que-são-mãe, etc. também estão incluídas! Aos que não puderem, como eu, liguem, mandem email, encham o saco no MSN. Faça alguma coisa, Mutley!

Ugo.

Paganini – The 6 Violins Concertos [faz 1 dia que só ouço isso, tá na hora de mudar, antes que o sindicato dos letristas venha atrás de mim por passar tanto tempo sem ouvir/ler/escrever uma letra de música.]